Roberta Della Vechia, 15 anos. Sou simpática com quem quero, acho que gente que sai esbanjando simpatia com todo mundo acaba se tornando falsa. Gosto de abraço apertado, beijo na testa, mensagens durante o dia, ligações de madrugada, olhos nos olhos, demonstrações públicas de afeto, palavras de carinho, na verdade eu amo as palavras, mas sou completamente apaixonado por atitudes acho que pequenos gestos são o que causam grandes reações, e que fazem toda a diferença. Sinto saudades de tanta gente ao mesmo tempo, que as vezes esqueço de sentir alguma coisa sobre mim mesma, eu já engoli tantas decepções, tantas mentiras, tantas traições, tantas mágoas e tanto desaforo,e isso me mudou muito, sei brincar, eu sei zoar, sei aceitar também. Mas tudo tem limite. Quando é sério, é sério.
Tudo tem seu tempo determinado, e há tempo para todo propósito debaixo do céu, bom, ás vezes a vida é dura, mas eu tenho muita coisa para agradecer!
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Acho que sempre tenho razão e quando minhas previsões dão certo olho com a cara mais abominável do mundo, dou um sorriso irônico e falo o clássico eu-te-avisei. É que, em geral, eu tenho razão. Essa é a primeira – e mais importante – coisa que você precisa aprender a meu respeito. (…) Não sei receber elogios, fico sem saber o que fazer, me atrapalho e acabo trocando de assunto – quando não troco as pernas e tropeço em algum canto de mim. Sorrio para disfarçar desconfortos. Se eu não gosto de você é bem provável que você tenha medo do meu olhar. E eu posso simplesmente não gostar de você de graça. Se eu gostar de você aviso de antemão que você é uma pessoa de sorte. Eu me entrego. Quem vive comigo sabe. Quem convive comigo sente. Eu amo poucos. Mas esses poucos, pode apostar, amo muito.
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Porque antes de dormir é a hora perfeita para sentir o soco no estômago.
— Tati Bernardi (via segredosdeumpoeta)
(Source: nomeiodoinverno)
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E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música.
— Friedrich Nietzsche (via segredosdeumpoeta)
(Source: nietzsche-prozac-e-misantropia)
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Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas. Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda- roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje é já outro dia. Chorei.
— Caio Fernando Abreu. (via segredosdeumpoeta)
(Source: partedopercurso)
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Do resto ninguém precisava saber. Quando falo de resto refiro-me ao que deu errado, ficou para trás, decepcionou, machucou… Falo das portas fechadas na cara, das pisadas no peito, tiradas maldosas de ar, ilusões da vida para nos dar uma rasteira. Falo daquilo que ninguém quer, mas que a gente faz o de sempre: passa por cima - ou finge que passa. E saí pela rua com a cara deslavada de quem é feliz. Ninguém, ninguém mesmo precisa saber do nosso esforço para tentar ser qualquer coisa além do que não deu certo.
— Camila Costa. (via segredosdeumpoeta)
(Source: camilacosta)
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Nunca deixe que lhe digam que não vale a pena acreditar no sonho que se tem. Ou que seus planos nunca vão dar certo, ou que você nunca vai ser alguém. Quem acredita sempre alcança.
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Só te ama de verdade aquele que nunca te esquece.
— Apocalipse 16 (via segredosdeumpoeta)
(Source: feelingstransparent)
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E hoje eu digo… Estou muito mais “pé no chão”. Depois de tudo que passei. Aprendi que não devo criar tantas expectativas e nem fazer tantos planos.
— Tati Bernardi (via prisioneiro-da-morte)
(Source: so-quotes)

